Nossa entrevista foi no dia 21/01/2010 no Rio de Janeiro. Fizemos a entrevista 01 ano antes da viagem, porque durante o ano não teríamo...

A Entrevista do Visto Americano

dezembro 10, 2010 Bruna 0 Comments

Nossa entrevista foi no dia 21/01/2010 no Rio de Janeiro.

Fizemos a entrevista 01 ano antes da viagem, porque durante o ano não teríamos disponibilidade de tempo para isso.
Ficamos com receio de ter o visto negado, pois estávamos solicitando o visto com muita antecedência.
Apesar de todo o nervosismo foi muito tranquilo e rápido.
Pena que quando fomos fazer a entrevista, o tempo máximo de visto concedido era de 5 anos, e não os 10 anos que são praticados hoje.

É necessário levar uma foto, no procedimento de agendamento isto será informado com detalhes.
Eu declarei que meu pai iria custear a minha viagem, por este motivo levei muitos documentos, porque além de levar as papeladas do meu pai, levei as minhas também.
Os documentos levados foram: declaração de imposto de renda, extrato bancários dos últimos 03 meses, carteira de trabalho, comprovante de matricula da faculdade, comprovante de renda, titulo de eleitor com o último comprovante de votação...levei tanta coisa que nem lembro, talvez tenha levado até minha carteira de vacinação....hehehe.

Chegamos ao consulado 40 minutos antes do agendado, a fila quase dobrava o quarteirão.
Apesar da fila na rua o que vale é o horário agendado, a cada 10 minutos um funcionário passa chamando as pessoas de determinado horário, para então poder entrar no consulado.

Nesta fila alguns funcionários (brasileiros) verificaram se estava tudo certo com o passaporte, foto e formulário.
A próxima fila é na entrada do consulado, onde fomos revistadas e todos os equipamentos eletrônicos ficaram retidos na portaria. 
O ideal é levar somente o necessário, eu levei somente os documentos e o celular.

Depois mais uma fila no primeiro guichê, onde irão coletar os documentos que foram revisados na entrada e entregam uma ficha com a senha de espera.
Os documentos foram levados para a sala que fica em frete as cadeiras de espera, depois de 30 minutos chamaram minha senha, então me passaram para uma fila para digitalização das digitais, a partir desta fila o atendimento é feito por americanos.

Quando faltava 3 pessoas para chegar a minha vez, eles tiveram um problema no equipamento de digitalização de digitais, então nos direcionaram já para a fila da entrevista, pois teríamos as digitais digitalizadas pelo próprio entrevistador.

Tinha imaginado que para a entrevista seria chamada numa sala fechada,  sentaria de frente para o entrevistador, e neste momento seria “metralhada” de perguntas, mas foi bem diferente.

O atendimento é feito em guichês e o entrevistador fica isolado por uma parede de vidro e fala por meio de microfone,e o entrevistado fica em pé. 
Na fila de espera dá pra escutar toda a conversa dos outros entrevistados.
Uma guria que também era de Porto Alegre, foi de fato “metralhada” de perguntas, quem estava na fila ficou sabendo de toda a vida dela.

Finalmente chegou minha vez, a entrevistadora por coincidência foi a mesma para mim e para a Cris.
Uma mulher loira com uns trinta e poucos anos, que fica no último guichê do lado esquerdo.
Primeiro ela digitalizou minhas digitais e depois fez as seguintes perguntas:

  • É a primeira vez que vais aos Estados Unidos?
  • Com quem vais viajar?
  • Quais cidades irão visitar?
  • Qual o período da viagem?
  • Qual sua ocupação?
  • Quem vai pagar tuas despesas com a viagem?
  • Com quem você mora?
  • Qual a ocupação de seu pai?
  • Você possui carro?
  • Qual a sua renda?

Todo este jogo de perguntas foi muito rápido, porque minhas respostas foram curtas e diretas, não fiquei explicando nada, só respondi exatamente o que ela me perguntou.
Quando eu pensei que ela iria começar a pedir documentos para comprovar minhas respostas, eis que a ótima surpresa acontece.
“Visto concedido, pode passar no guichê tal para pagar a taxa de entrega do passaporte”.

A última fila foi então para pagar a taxa de entrega.

A entrevista da Cris também foi rápida, a única diferença é que ela teve que mostrar a declaração de imposto de renda da avó dela. (Ela declarou que a avó iria custear a viagem)

Depois desta maratona de filas era só aguardar o passaporte em casa, e torcer para ganhar 5 anos de visto.





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